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A exposição
No Amazonia: materiais e manufaturas da Bacia Amazônica,
estão destacados nesta importante coleção
etnográfica amazônica do Museu, ambos o antigo
e novo.

Mônica Lima Carvalho trabalhando em uma mascara “Epa”,
da regiao de Yoruba do sudeste da Nigeria, no Laboratorio
de Conservacao do Royal Albert Memorial Museum e Galeria
de Arte, em 2002.
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A exposição mostra a matéria-prima e
a maneira como as coisas são confeccionadas. Examinando
o uso tradicional e os novos métodos, materiais e mudança
da natureza da produção, para ambos o doméstico
e o objetivo turístico.
Esta exposição surgiu como resultado do estágio
neste Museu, da conservadora Mônica Lima Carvalho do
Museu de Antropologia da Universidade de Goiânia, Goiás,
Brasil. Em 2000, Mônica trabalhou com nosso Departamento
de Conservação por 6 meses. Neste ano a segunda
estagiária do Brasil, Lúcia Bastos auxiliou no
trabalho de conservação dos objetos expostos
aqui.
Mônica trabalhou com os membros do grupa indígena
Kuikuro, do Parque Nacional do Xingu, documentando sua colheita
e o uso da folha da palmeira Buriti. Em 2000 Mônica coletou
exemplares de matéria-prima como algodão, fibras,
sementes e frutas desidratados. Ela doou estas amostras para
o Museu de Exeter, assim como objetos confeccionadas pelos
grupos indígenas Txikão, Kalapalo e Karaja das
regiões do Parque Nacional do Xingu, em Mato Grosso
e do Tocantins. Mônica, também, adicionou ao nosso
conhecimento de Museu Histórico, coleções
da Bacia Amazônica.

Morwena Stephens no Jardim Botanico do Museu Paraense
Emilio Goeldi, no estado de Belem, norte do Brasil,
em outubro de 2002.
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Durante o final da primavera e inicio do verão de 2003,
Mônica trabalhou outra vez com o povo Kuikuro, no Xingu.
Nesta ocasião fez uma coleção de tecidos,
cestaria e outros, e gravou imagens de artistas e artesãos
em vídeo. Você poder ver este audiovisual e o
material relacionado, nesta Exposição.
Em outubro de 2002 Morwena Stephens, conservadora de objetos
etnográficos no Museu de Exeter, visitou Museus no Rio
de Janeiro, Belém e Goiás. Ela levou consigo
um CD ROM contendo imagens de objetos etnográficos da
coleções do Museu. Etnográficos, museólogos
e conservadores brasileiros conseguiram acrescentar novas camadas
de conhecimento e informação aos arquivos do
Museu.

Lúcia Bastos, Museu do Indio.
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